Saúde
Terça, 31/01/2012 12h07
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Rafael Ceciliano
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A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) abriu consulta pública para que sejam apresentadas críticas e sugestões à proposta de resolução que estabelece regras para a rotulagem de medicamentos. A resolução está publicada no Diário Oficial da União.

A Anvisa quer rever a norma referente à rotulagem de medicamentos e propõe, entre outros pontos, mais flexibilização para os dizeres legais contidos nas embalagens dos produtos. A proposta de resolução está disponível na íntegra na página da Anvisa na internet.

Terminado o prazo, a Anvisa vai negociar com os órgãos e entidades envolvidos para que indiquem representantes nas discussões posteriores a fim de consolidar o texto final.

Com informações da Agência Brasil

 
Segunda, 30/01/2012 14h36
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Wellington Borges
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O número de casos de dengue este mês diminuiu 60% em relação a janeiro do ano passado, informou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho. Segundo ele, em janeiro de 2011, foram registrados 40 mil casos em todo o Brasil, enquanto em 2012 foram registrados 16 mil.

Segundo Coelho, em dezembro, o programa repassou R$ 97 milhões a 1.150 municípios para intensificar ações de combate à doença. No início de março, será feita uma avaliação das ações adotadas com esses recursos. Diferentemente dos dados gerais do país, o estado do Tocantins, por exemplo, enfrenta um aumento dos casos da doença. Este mês, foram registrados 1.591 casos, contra foram 610 em janeiro de 2011.
O encarregado de obras Rundiney Cantarim, de 41 anos, contraiu a doença no ano passado. De acordo com ele, havia muitos focos de dengue no local onde fazia uma reforma. “Passaram antibióticos para a dor, mas não houve medicação”, conta. Cantarim acredita que o trabalho de agentes de saúde é importante para que locais como esse fiquem livres do mosquito Aedes aegypti, causador da doença.

O estudante Frederico Van Erven Cabala, de 25 anos, também sofreu com a doença. Ele foi infectado duas vezes em Itabuna, na Bahia. O município apresenta altos índices de infestação. “Peguei dengue duas vezes, na segunda vez foi pior, foi o tipo 2”, relata. O estudante lembrou que, à época, em 2009, o município passava por um surto e ele preferiu ir para São Paulo fazer o tratamento, já que o hospital não tinha condições de atender todos. “Faziam exame de sangue para ver se era hemorrágica, davam soro e analgésico e mandavam para casa para repousar. Os hospitais estavam muito cheios.”

A Secretaria de Saúde informou que o Distrito Federal está em situação de alerta, com índice de infestação predial de 1,8%, medido em janeiro. A região com maior risco de surto é o Lago Sul, onde o índice de infestação predial é 6,6%. Pelos dados da secretaria, em 2011, foram confirmados 1.499 casos de dengue e três mortes no Distrito Federal.

Em época de chuva, o ambiente fica propício ao aparecimento do mosquito causador da dengue.

Da Agência Brasil

 
Sexta, 27/01/2012 15h32
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Wellington Borges
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A luta pela erradicação da hanseníase ganhou novo fôlego nesta sexta-feira (27) com o lançamento oficial de uma campanha contra a doença, promovida em conjunto pelas secretarias Estadual e Municipal de Saúde. A ação segue até o dia 5 de fevereiro e intensifica as atividades educativas em Goiás sobre sintomas, diagnóstico, tratamento e cura da doença.

De acordo com a coordenadora de Doenças Crônicas Transmissíveis, da Secretaria de Saúde, Denise Ferreira de Freitas, todas as 16 regionais de Saúde receberam material elucidativos sobre a hanseníase. Ano passado, 302 novos casos foram diagnosticados só na capital. Em 2010, foram 354 casos. A redução no número de casos é fruto da conscientização da sociedade que ficou mais atenta aos sintomas e modos de transmissão. “Temos trabalhado pela eliminação da doença. Mas para isso, precisamos que ela seja diagnosticada precocemente. Só assim vamos conseguir quebrar sua cadeia de transmissão”, esclarece.

A hanseníase apresenta como primeiros sintomas manchas vermelhas e esbranquiçadas pelo corpo, falta de sensibilidade no local, podendo levar ao aparecimento de caroços pelo corpo, explica a diretora do Departamento de Epidemiologia, da Secretaria de Saúde de Goiãnia, Juliana Brasiel. “Desejamos que a população saiba melhor sobre as manifestações da doença e procure o mais rápido possível uma das unidades públicas de saúde para realizar o diagnóstico e tratamento da doença”, alertou.

Tanto o diagnóstico quanto o tratamento com a distribuição de medicamentos são feitos inteiramente via rede pública de saúde, gratuitamente. “A hanseníase tem cura e seu tratamento leva de seis a 12 meses”, esclarece Juliana. Apesar de ser uma doença transmissível pelas vias oral e respiratória, por meio de contato prolongado com o portador não tratado, o bacilo perde o seu poder contaminador após os primeiros 15 dias de tratamento. “A doença não tratada pode levar a sequelas como perda do movimento das mãos e dos pés”, alerta.

Do Goiás Agora

 
Quinta, 26/01/2012 18h17
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Wellington Borges
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Caos na saúde em Goiás mostra sinais claros. Ao menos, essa é a conclusão do levantamento realizado durante todo o ano passado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde (Sindisaúde) e apresentado na tarde desta quinta-feira, 26, ao procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Ailton Benedito.

As conclusões do sindicato convergem com as investigações do Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO): as unidades de saúde do SUS estão funcionando de forma extremamente precária, principalmente por causa de desabastecimento de insumos e medicamentos, equipamentos sucateados, falta de equipamentos de proteção individual, escassez de recursos humanos e insuficiência de leitos, inclusive de terapia intensiva (UTI).

Nesse aspecto, o déficit de leitos de UTI levou o MPF a processar a União, o Estado de Goiás e o Município de Goiânia, com o objetivo de assegurar à população goiana a quantidade de leitos necessários. Com efeito, entabulou-se acordo judicial que prevê a expansão da rede de terapia intensiva no SUS para 600 leitos, até o dia 30 de junho de 2012.

Outra linha de atuação do MPF é o fornecimento de medicamentos de alto custo pelo SUS. Estão em curso diversas atuações visando garantir a efetiva dispensação de medicamentos incorporados às listas de fornecimento, bem como o incremento das mesmas mediante novas incorporações.

O MPF requisitou, ainda, no início deste mês, ao Departamento Nacional de Auditoria do SUS que realize auditorias técnicas, operacionais e financeiras nas unidades de saúde existentes nas estruturas administrativas do Estado de Goiás. Em resposta, o Departamento informou que já inseriu essas auditorias no calendário de 2012.

Em relação às informações trazidas pelo Sindisaúde, o procurador Ailton Bendito pontua que contribuirão para as apurações do MPF e para as possíveis medidas que podem ser executadas, com vistas a solucionar o caos na saúde em Goiás.

Do Ministério Público Federal

 
Quinta, 26/01/2012 17h20
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Wellington Borges
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A Secretaria de Saúde de Aparecida vai apresentar na próxima quinta-feira, dia 02 de fevereiro as 09h, o Agendamento Municipal de Consultas. O número continua sendo o 0800 646 1590. O serviço, que era administrado por uma Organização Social, foi reestruturado e volta a atender a população em caráter definitivo a partir da sexta-feira dia 03.

Entre segunda e quinta-feira haverá uma transição do sistema de marcação de consultas que desde dezembro acontecia nas unidades, sendo marcadas consultas nas unidades e por telefone, depois do dia 03 apenas por telefone. Atualmente são feitas por mês uma média de trinta e três mil consultas nas unidades do Programa Saúde da Família e nos Cais.

Funcionamento imediato

O serviço agora funciona das 7h às 19h, de segunda a sábado, sempre com 20 atendentes. O usuário deve ter em mãos o cartão SUS e, se possível um comprovante de endereço com CEP. Serão agendadas consultas para pediatras, ginecologia e obstetrícia e clínico geral. Este último profissional fará o encaminhamento do usuário que precisar de outras especialidades como dermatologista e ortopedistas.

Funcionamento final

Neste primeiro momento estes especialistas ainda estarão atendendo nas unidades, mas até o final de fevereiro a Secretaria de Saúde entregará também o Centro Clínico Municipal, que substituirá o Ambulatório Médico de Especialidades (AME). A unidade vai concentrar os demais médicos especialistas e ainda uma central telefônica própria de agendamento. Ou seja, depois que sair do consultório do clínico, na própria unidade onde fez a consulta o usuário cadastrará o encaminhamento, esta central agendará o novo atendimento e avisará o usuário.

Da Assessoria de Imprensa

 
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