Domingo, 19/05/2013 19h04
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Charlie Pereira
Última atualização em Seg, 20 de Maio de 2013 08:05
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Venceu o melhor.

"A bola pune, o João Paulo fez gracinha durante os 90 minutos".

O técnico Enderson Moreira fez questão, após o encerramento do jogo que deu ao Goiás o Bi-Campeonato, de lembrar o lance de efeito do jogador atleticano quando o placar apontava 2x0 para o Dragão.

E não foi só a gracinha do meia. Os gols perdidos por Pipico e Barbio trouxeram o Verdão de volta a partida.

E aí, a justiça premiou o melhor time do Goianão.

GOIÁS CAMPEÃO!!!

 

Jogo

Supresa na escalação do Goiás, que pela primeira fez começou uma partida com seus três bons volantes.

Não deu certo e logo no início o Atlético fez 1x0 no oportunismo do zagueiro Edinei.

O segundo gol do Dragão veio na infelicidade de Willian Matheus que fez contra após cruzamento de Ernandes.

A demissão do lateral já estava pronta.

Mas os atacantes do Atlético e companheiros do Willian no Vasco do ano passado salvaram a pele do jogador.

O Goiás empurrado pelo torcedor, que não foi embora mesmo com a desvantagem no marcador, buscou o empate.

As alterações de Enderson Moreira melhoraram o rendimento verde.

Walter colocou fogo no Serra Dourada após mandar para a bola para rede aproveitando uma bela assistência de Vítor.

24 minutos e o Atlético com o resultado ainda era campeão.

Mas aos 39 minutos o Estádio explodiu... Neto, tão criticado Baiano, mostrou porque foi contratado.

Fez o que todo esmeraldino imaginava e queria.

O gol do título.

Foi a Fera da Decisão. 

Herói!!!

Veio a confusão, que não merece ser destacada.

2x2 no placar e mais uma vez a vantagem foi determinante nos confrontos finais.

Como em 2011 a favor do Atlético e 2012 quando os empates deram o título ao Goiás.

VERDÃO CAMPEÃO!!!

 

E agora?

Ninguém terá tempo para descansar.

Vem aí o Brasileirão. Cruzeiro e Palmeiras serão os adversários dos goianos no próximo final de semana.

Pedreira.

O Goiás, campeão, não pode se acomodar. A equipe mesmo com Hugo e Araújo ainda vai precisar de reforços e de uma identidade para disputa da Série A.

Nos últimos jogos foram várias as formações.

O Atlético, vice, tem um time que também necessita ser qualificado. 

Os dirigentes rubro-negros que são precipitados precisam valorizar e reconhecer o esforço dos jogadores que não perderam para o principal rival em nenhum dos quatro confrontos. É de se lamentar o péssimo começo de competição.

 
Sexta, 17/05/2013 18h38
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Charlie Pereira
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Resta apenas uma partida para a definição do campeão goiano em 2013.
 
O Goiás é o favorito e se confirmar o seu título no domingo, podemos considerar que a competição terminou sem surpresas.
 
Já um título para o Atlético deixa vários questionamentos a serem respondidos na Serrinha e pode dar aos dirigentes do rubro negro a impressão falsa de que o time já está pronto para disputa da Série B.
 
Existe um equilibrio até agora na competição... Promessa de um grande jogo e uma bela festa no Serra Dourada.
 
 
O Papa dos Números: Roberto Sampaio divulgou no site da Federação Goiana de Futebol - www.fgf.esp.br - As estatísticas do Goianão faltando apenas 90 minutos.
 
 
+ Jogos realizados: 95.
 
  
+ Gols marcados: 269.
 
  
+ Média de gols: 2,83 por partida.
 
  
+ Principais artilheiros: 1º Ricardo Jesus (Atlético) 12 gols. 2º Walter (Goiás) 10 gols.  Rafael Grampola (Anápolis) e Washington (Aparecidense) 8 gols.  Júnior Viçosa (Goiás), Elcimar (Vila Nova), Nonato (Goianésia) e Pipico (Atlético) 7 gols.  Raphael Luz (Aparecidense), Evandro (Anápolis) e Nei (Grêmio Anápolis) 6 gols. 6º Alekito (Goianésia), Hyantony (Vila Nova) e Neto Baiano e Dudu Cearense (Goiás)gols. 
 
  
+ Gols contra: 2 – Caio (Atlético) à favor do (Crac) e Gílson (Atlético) à favor do (Goiás).
 
  
+ Jogador com o maior número de Rodadas na artilharia principal: Ricardo Jesus (Atlético) 12 Rodadas.
 
  
+ Jogadores que marcaram o maior número de gols em 1 única partida: Hyantony (Vila Nova) no jogo Itumbiara 2x5 Vila Nova (8ª Rodada do 1º Turno), Walter (Goiás) na partida Goiás 7x0 Rio Verde (8ª Rodada do 1º Turno) e Sandro Lima (Grêmio Anápolis) no jogo Grêmio Anápolis 3x2 Aparecidense (4ª Rodada do 2º Turno) 3 gols.
 
  
+ Times que menos perderam: Goiás 2; Atlético 3; Goianésia, Aparecidense, Anápolis e Rio Verde 7.
 
  
+ Equipes que mais perderam: Itumbiara 11; Vila Nova e Crac 10.
 
 
 + Times que mais venceram: Goiás 14; Atlético 11; Goianésia 9. 
 
  
+ Equipes que menos venceram: Itumbiara 3; Anápolis e Rio Verde 4.
 
  
+ Times que menos empataram: Vila Nova e Crac 2; Grêmio Anápolis 3.
  
 
+ Equipes que mais empataram: Anápolis, Rio Verde e Atlético 7.
  
 
+ Times que mais marcaram gols: Goiás 46; Atlético 39; Aparecidense 31.
 
  
+ Equipes que menos marcaram gols: Itumbiara 15; Crac 17; Grêmio Anápolis e Rio Verde 20.
 
 
 + Times que menos sofreram gols: Goiás 13; Atlético 18; Grêmio Anápolis 23.
 
  
+ Equipes que mais sofreram gols: Anápolis 35; Vila Nova 34; Itumbiara 33.
 
  
+ Total de resultados diferentes que aconteceram: 14.
 
  
+ Resultados que mais aconteceram: 2x1 – 18 vezes; 1x0 – 12 vezes; 2x0, 1x1 e 3x0 – 11 vezes.
 
  
+ Times com a maior sequência de vitórias consecutivas: Goiás (da 8ª à 11ª Rodadas) e Atlético (da 12ª à 15ª Rodadas e da 17ª à 20ª Rodadas) 4.
 
  
+ Equipe com a maior sequência de jogos consecutivos sem derrota: Goiás 11 (da 1ª à 11ª Rodadas) (9 vitórias e 2 empates).
 
  
+ Time com a maior sequência de derrotas consecutivas: Itumbiara 9 (da 8ª à 16ª Rodadas).
 
  
+ Equipe com a maior sequência de jogos consecutivos sem vitória: Itumbiara 11 (da 6ª à 16ª Rodadas) (2 empates e 9 derrotas).
 
  
+ Total de expulsões: 38.
 
  
+ Equipes que tiveram jogador expulso: 9 = Anápolis (Bruno Lopes e Anderson, 2 vezes; Lusmar e Luciano Totó, 1 vez), Atlético (Jorginho e Ernandes), Itumbiara (João Vitor, 2 vezes; Leão, Fábio Paulista, Régis e Esquerdinha, 1 vez), Vila Nova (Magnum, Thiago Viana e Hyantony), Crac (Marquinhos, Tiago Soler, Kléber Goiano e Pantico), Aparecidense (Eduardo Arroz, 2 vezes; Márcio Santos, 1 vez), Grêmio Anápolis (Welthon, Jaime, Nei, Christian, Nick e Elizio), Rio Verde (Douglas Ozias, Leandrinho, Peterson e Elisson) e Goianésia (Nonato, 2 vezes; Jeovânio e Wílton Goiano, 1 vez).
 
  
+ Time que ainda não teve jogador expulso: Goiás.
 
  
+ Total de advertências com o cartão amarelo: 433.
 
  
+ Times com o menor número de advertências com o cartão amarelo: Goiás 27; Anápolis 36; Vila Nova 39. 
 
 
 + Equipes com o maior número de advertências com o cartão amarelo: Atlético 60; Rio Verde e Grêmio Anápolis 50.
 
  
+ Jogadores que mais foram advertidos com o cartão amarelo: Márcio Bispo (Goianésia) e Diego Giaretta (Atlético) 8 cartões.
 
  
+ Times que ocuparam a liderança da 1ª Fase: 2 = Goiás (17 Rodadas); Goianésia (1 Rodada).
 
 
 + Equipes que figuraram na faixa de classificação à Fase Semifinal: 7 = Goiás, Goianésia e Aparecidense (18 Rodadas); Atlético (8 Rodadas); Vila Nova (7 Rodadas); Rio Verde (2 Rodadas); Grêmio Anápolis (1 Rodada).
 
  
+ Times que figuraram na faixa do rebaixamento: 7 = Itumbiara (12 Rodadas); Crac (11 Rodadas); Atlético (6 Rodadas); Grêmio Anápolis (4 Rodadas); Anápolis, Vila Nova e Rio Verde (1 Rodada).
 
 
 + Equipes que ocuparam a lanterna da 1ª Fase: 4 = Crac e Itumbiara (7 Rodadas); Atlético e Grêmio Anápolis (2 Rodadas).
 
  
+ Times que venceram fora de casa: 9 = Goiás 5; Goianésia, Aparecidense e Atlético 3; Vila Nova e Itumbiara 2; Anápolis, Grêmio Anápolis e Crac 1.
 
  
+ Equipe que não venceu fora de casa: Rio Verde.
 
  
+ Times que mais perderam em casa: Itumbiara 5; Anápolis 4; Crac 3.
 
  
+ Equipes que menos perderam em casa: Goiás, Atlético, Grêmio Anápolis, Rio Verde e Vila Nova 1.
 
  
+ Goleadas aplicadas: 20 (Atlético 0x3 Anápolis – 2ª Rodada do 1º Turno; Goiás 3x0 Vila Nova – 5ª Rodada do 1º Turno; Itumbiara 2x5 Vila Nova e Goiás 7x0 Rio Verde – 8ª Rodada do 1º Turno; Aparecidense 3x0 Itumbiara, Atlético 3x0 Crac e Anápolis 0x4 Goiás – 9ª Rodada (Última) do 1º Turno; Atlético 4x0 Aparecidense – 1ª Rodada do 2º Turno; Goiás 3x0 Anápolis – 2ª Rodada do 2º Turno; Atlético 3x0 Grêmio Anápolis – 3ª Rodada do 2º Turno; Atlético 4x1 Vila Nova e Goiás 4x1 Goianésia – 4ª Rodada do 2º Turno; Aparecidense 5x0 Vila Nova e Goianésia 3x0 Anápolis – 5ª Rodada do 2º Turno; Atlético 4x1 Rio Verde – 6ª Rodada do 2º Turno; Rio Verde 3x0 Itumbiara – 7ª Rodada do 2º Turno; Vila Nova 3x0 Rio Verde – 9ª Rodada (Última) do 2º Turno; Goianésia 0x3 Atlético – ida da Fase Semifinal e Atlético 3x0 Goianésia e Aparecidense 1x4 Goiás – volta da Fase Semifinal).
 
  
+ Times que mais aplicaram goleada: Atlético 7; Goiás 6; Aparecidense e Vila Nova 2.
 
  
+ Equipes que não aplicaram goleada: Crac, Grêmio Anápolis e Itumbiara.
 
  
 + Times que mais sofreram goleada: Vila Nova, Anápolis, Itumbiara, Rio Verde e Goianésia 3.
 
  
+ Equipe que não sofreu goleada: Goiás.
 
  
 + Pênaltis assinalados: 35 (28 convertidos; 7 desperdiçados).
 
  
+ Times que tiveram pênalti a favor: 9 = Anápolis e Vila Nova 6; Aparecidense 5; Itumbiara e Grêmio Anápolis 4; Rio Verde e Goiás 3; Atlético e Goianésia 2.
 
  
+ Equipe que não teve pênalti à favor: Crac. 
 
  
+ Times que cometeram pênalti: 9 = Anápolis 8; Goianésia, Vila Nova, Crac e Aparecidense 4; Grêmio Anápolis, Atlético e Rio Verde 3; Itumbiara 2.
 
  
+ Equipe que não cometeu pênalti: Goiás.
 
 
 + Jogadores que marcaram gol de pênalti: Raphael Luz (Aparecidense), Elcimar (Vila Nova) e Rafael Grampola (Anápolis) 3; Léo Maringá (Itumbiara), Ricardo Jesus (Atlético), Nonato (Goianésia) e Walter (Goiás) 2; Jorge Henrique e Léo Dias (Anápolis), Hyantony (Vila Nova), Finazzi (Itumbiara), Thiago Silvy, Agenor e Laionel (Rio Verde), Neto Baiano (Goiás), Sandro Lima e Christian (Grêmio Anápolis) e Guilherme (Aparecidense) 1.
 
  
+ Jogadores que desperdiçaram pênalti: Rafael Grampola (Anápolis), Thauan e Welthon (Grêmio Anápolis), Henrique Dias e Elcimar (Vila Nova), André Leonel (Itumbiara) e Anderson Paim (Aparecidense) 1.
 
  
+ Goleiros que defenderam pênalti: Pedro Henrique (Aparecidense), Flávio Mendes (Anápolis), Márcio (Atlético) e Elisson (Rio Verde) 1.
 
  
+ Total de árbitros que apitaram: 13.
 
  
+ Árbitros que mais apitaram: Wílton Sampaio e André Luiz Castro 13 jogos; Elmo Resende 11 jogos.
 
  
+ Árbitros que mais advertiram com o cartão amarelo: André Luiz Castro 68 cartões; Wílton Sampaio 62 cartões; Eduardo Tomaz 46 cartões.
 
  
+ Árbitros que mais expulsaram: Eduardo Tomaz 6 expulsões; Leandro Cardoso e Wílton Sampaio 5 expulsões.
 
  
+ Árbitros que mais assinalaram pênalti: Wílton Sampaio 7 pênaltis assinalados; Elmo Resende e Eduardo Tomaz 6 pênaltis assinalados.
 
  
+ Total de assistentes que trabalharam: 23.
 
  
+ Assistentes que mais trabalharam: Cristhian Passos 13 jogos; João Patrício e Bruno Pires 12 jogos.
 
  
+ Total de quartos árbitros que trabalharam: 19.
 
  
+ Quartos árbitros que mais trabalharam: Valdir Gonçalves, Waldomiro Jackson, Wesley Miranda e Lúcio Freitas 7 jogos.
 
  
+ Goleiro menos vazado: Márcio (Atlético) = média de 0,40 por partida, 6 gols sofridos em 15 partidas realizadas.
 
  
+ Goleiros mais vazados: Rafael (Rio Verde) = média de 2,00 por partida, 20 gols sofridos em 10 jogos realizados e Vinícius (Vila Nova) = média de 2,00 por partida, 32 gols sofridos em 16 partidas disputadas.
 
  
+ Times que trocaram de técnico: 8 = Atlético (após a 5ª Rodada do 1º Turno, saiu Jairo Lima, 5 jogos, aproveitamento de 20,00%, entrou Chico Santos (interino), 1 jogo, aproveitamento de 33,33%, entrou Waldemar Lemos); Rio Verde (após a 6ª Rodada do 1º Turno, saiu Mauro Fernandes, 6 jogos, aproveitamento de 38,88%, entrou Jairo Lima, 3 jogos, aproveitamento de 33,33%, entrou Carmino Colombini, 9 jogos, aproveitamento de 33,33%); Crac (após a 6ª Rodada do 1º Turno, saiu Wanderlei Paiva, 6 jogos, aproveitamento de 16,66%, entrou Arturzinho, 3 jogos, aproveitamento de 11,11%, entrou Hemerson Maria, 9 jogos, aproveitamento de 59,25%); Itumbiara (após a 8ª Rodada do 1º Turno, saiu Zé Roberto, 8 jogos, aproveitamento de 37,50%, entrou Nedo Xavier, 6 jogos, aproveitamento de 0,00%, entrou Robélio Schneiger, 4 jogos, aproveitamento de 33,33%); Anápolis (após a 9ª Rodada (Última) do 1º Turno, saiu Wladimir Araújo, 9 jogos, aproveitamento de 29,62%, entrou Nei da Mata, 9 jogos, aproveitamento de 40,74%); Aparecidense (após a 9ª Rodada (Última) do 1º Turno, saiu Carmino Colombini, 9 jogos, aproveitamento de 51,85%, entrou Wladimir Araújo, 11 jogos, aproveitamento de 42,42%); Vila Nova (após a 4ª Rodada do 2º Turno, saiu Dario Pereyra, 13 jogos, aproveitamento de 41,02%, entrou Hermógenes Neto, 5 jogos, aproveitamento de 26,66%) e Goianésia (após o jogo de ida da Fase Semifinal, saiu Henry Lauar, 19 jogos, aproveitamento de 54,38%, entrou Devarly Ricardo (interino), 1 jogo, aproveitamento de 0,00%).
 
  
+ Equipes que não trocaram de técnico: 2 = Grêmio Anápolis (Édson Júnior, 18 jogos, aproveitamento de 44,44%) e Goiás (Enderson Moreira).
 
  
+ Total de jogadores que participaram do Campeonato: 331.
 
  
+ Times que mais utilizaram jogadores: Crac 44; Itumbiara 40; Rio Verde 37.
 
  
+ Equipes que menos utilizaram jogadores: Goianésia 24; Aparecidense 28; Atlético 29.
 
  
+ Total de jogadores que atuaram em todos os 20 jogos de seus respectivos times semifinalistas: 4 = Pedro Henrique e Anderson Paim (Aparecidense) e Bruno Colaço e Fábio (Goianésia).
 
 
 + Total de jogadores que atuaram em todas as 18 partidas de seus respectivos times na 1ª Fase: 8 = Rafael Grampola (Anápolis), Pedro Henrique e Anderson Paim (Aparecidense), Willian (Crac), Bruno Colaço, Luciano e Fábio (Goianésia) e Walber (Grêmio Anápolis).
 
  
+ Total de jogadores que atuaram os 90 minutos de todos os 20 jogos de seus respectivos times semifinalistas: 3 = Pedro Henrique (Aparecidense) e Bruno Colaço e Fábio (Goianésia).
 
 
 + Total de jogadores que atuaram os 90 minutos de todas as 18 partidas de seus respectivos times na 1ª Fase: 5 = Pedro Henrique (Aparecidense), Bruno Colaço, Luciano e Fábio (Goianésia) e Walber (Grêmio Anápolis).
 
  
+ Jogador mais disciplinado: Pedro Henrique (Aparecidense) nenhuma advertência nos 90 minutos de todas as 20 partidas de seu time.
 
  
+ Total de público pagante do jogo de ida da Fase Final: 16.332.
 
  
+ Total de público pagante do Campeonato: 392.390.
 
  
+ Média de público pagante do Campeonato: 4.130 (- 30,51% em relação a 2012).
 
 
 + Total arrecadado bruto do jogo de ida da Fase Final: R$ 292.938,00.
 
  
+ Total de renda bruta do Campeonato: R$ 5.775.008,50.
 
  
+ Média de renda do Campeonato: R$ 60.789,56 (- 31,51% em relação a 2012).
 
  
+ Maior público pagante: 16.332 no jogo Atlético 0x0 Goiás, no domingo, dia 12 de maio no Estádio Serra Dourada em Goiânia.
 
  
+ Menor público pagante: 35 no jogo Grêmio Anápolis 2x1 Rio Verde, na quarta-feira, dia 6 de fevereiro no Estádio Jonas Duarte em Anápolis.
 
  
+ Maior renda: R$ 292.938,00 no jogo Atlético 0x0 Goiás, no domingo, dia 12 de maio no Estádio Serra Dourada em Goiânia.
 
 
+ Menor renda: R$ 590,00 no jogo Grêmio Anápolis 2x1 Rio Verde, na quarta-feira, dia 6 de fevereiro no Estádio Jonas Duarte em Anápolis.
 
 
Quinta, 16/05/2013 19h19
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Charlie Pereira
Última atualização em Sex, 17 de Maio de 2013 08:30
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Muito legal o texto publicado pelo jornalista Thiago Arantes da ESPN a respeito do retorno de Araújo ao Goiás.

Sua publicação resume com certeza o sentimento de muitos esmeraldinos que sonharam com a volta do atacante ao Serra Dourada.

Contra o Santo André ele teve o seu nome gritado no Estádio: Ah... É Araújo!!!

Do outro lado do Rádio, o Thiago e muitos outros também gritaram.

 

Texto Blog: Thiago Arantes (ESPN): http://www.espn.com.br/post/329958_cada-um-com-seu-pele

Texto:

Escrevo esse texto deitado, de repouso, ainda sob efeito de anestesia. Acabo de tirar dois dentes do siso, o tal dente do juízo, mas meu juízo nunca foi grandes coisas, talvez continue não sendo. Talvez piore. E, se piorar, começa por aqui.

Escrevo esse texto anestesiado na boca e na alma. Porque ontem foi um dia histórico para o futebol. Não para o futebol dos grandes centros, dos amarillas, dos milhões de euros e dos libertadores. 

Foi um dia histórico para o meu futebol, o futebol que eu aprendi a ver sentado no concreto do Serra Dourada, sempre em frente às cabines de rádio, para ouvir o grito de gol ao mesmo tempo que via a rede balançar.

Ontem, Araújo voltou ao Goiás. E talvez você, torcedor de qualquer outro time da galáxia, jamais entenda o que isso significa. Talvez devesse tentar.

Araújo voltou ao Goiás e a torcida, que durante anos gritou o nome do atacante durante as derrotas mais doídas, pôde cantar com ele ali, em campo, ouvindo, sentindo o carinho de uma gente que não costuma acariciar qualquer um.

Araújo é o maior artilheiro da história do Goiás. É um dos maiores jogadores da história do clube. É o passado, o presente e o futuro. 

E antes que torcedores de outros times, mais abastados por suas cotas de TV ou parceiros milionários venham falar alguma coisa, olhem para o próprio umbigo: onde está o maior artilheiro da história do seu time? Você não gostaria que ele estivese em campo? Não seria legal ver a história se construir na capa do jornal do dia seguinte?

Foi pelo rádio que ouvi o Goiás vencer o Santo André por 1 a 0, para avançar à terceira fase da Copa do Brasil. A jogada começou com um chapéu de calcanhar de Araújo, que avançou pela linha de fundo, como se tivesse 19 anos, e cruzou para Junior Viçosa concluir de cabeça.

Eu estava no Serra Dourada no dia 9 de julho de 1997, quando Araújo tinha 19 anos e estreou com a camisa esmeraldina. 

O Goiás vencia o Grêmio por 4 a 0, na despedida de Paulo Nunes do então campeão brasileiro. O Grêmio, meses antes, havia vencido o Goiás na semifinal do Campeonato Brasileiro. 

Paulo Nunes marcou um dos gols no 3 a 1 do Serra Dourada em 1996. Comemorou fazendo uma dancinha.

Pois em 1997, em sua despedida rumo ao Benfica, Paulo Nunes dançou de novo. Ao ritmo de um 6 a 0 que teve o quinto gol marcado por Araújo, o garoto tímido que viera do Porto de Caruaru, junto de Josué e Marquinhos. Contratações cirúrgicas na época em que o termo não estava na moda; hoje, pelo que vejo por aí, está em desuso.

Foi quase um acidente cósmico eu estar no estádio naquela estreia de Araújo. Porque, já naquela época e mais ainda nos anos seguintes, acabei frequentando menos o Serra Dourada, e mudar para Brasília na época da faculdade não ajudou. Naquele tempo, não tinha essa mordomia de pay per view, e era no rádio mesmo que eu acabava por acompanhar boa parte dos jogos.

Foi pelo rádio que vi Araújo construir sua história no Goiás, enquanto levava o time ao patamar de "aquele médio que sempre incomoda", como gostam de dizer os colegas paulistas, mineiros, gaúchos, cariocas. Para mim, Araújo ajudou a fazer o Goiás ser grande.

Foi pelo rádio que vi - e não apenas ouvi - Araújo voltar ao time de onde jamais deveria ter saído. Um chapéu de calcanhar, um cruzamento perfeito, e o grito da torcida com ele em campo, em tom de reencontro, não mais de saudade. 

Eu poderia ter nascido corintiano, para venerar Sócrates, poderia ser são-paulino e morrer de amores por Rogério Ceni e Raí, ou palmeirense para me derreter em prantos com os gols de Evair e as defesas de Marcos; fosse rubro-negro, teria Zico e o time de 1981 no coração, ou vibraria por Dinamite, Edmundo e Romário se me vestisse com a cruz de malta. Se seguisse os conselhos de meu pai, seria santista e teria Pelé, viveria do passado de glórias e do presente de Neymar. 

Mas não aconteceu. Embora eu tenha aprendido a respeitar todos os outros, até porque respeitar a história e as boas histórias é o pré-requisto para qualquer aspirante a jornalista.

Cada time tem seus craques e seus ídolos. Na quarta-feira, 15 de maio de 2013, o meu time se reencontrou com o seu. 

Que fique bem claro: Araújo não precisa ser campeão, nem dar chapéu de calcanhar em todos os jogos.

Basta que ele esteja em campo para ouvir os que gritam por ele. Basta que a torcida possa gritar por seu Pelé.

 
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