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Sobre o autor

Altair tavares é Diretor de Jornalismo da Rádio 730 e professor da área de comunicação. O blog é dedicado a mostrar opiniões sobre fatos diversificados com um ponto de vista diferenciado, especialmente em política.

Terça, 03/01/2012 12h17
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Altair Tavares
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Após uma extensa reunião na manhã desta terça (03/01), entre o presidente da Associação Goiana dos Municípios, Márcio Cecílio Ceciliano, e o presidente da CELG, Humberto Eustáquio, foi revertido desconto de R$ 105 milhões de reais de 180 prefeituras para pagamento de ICMS.

Márcio Cecílio informou que a entidade conseguiu convencer a CELG de que ela pratica uma série de irregularidades com a prática do desconto.

Uma delas diz respeito ao cumprimento do acordo entre a CELG e as prefeituras para o parcelamento de ICMS. Com o desconto, feito a partir do pagamento do ICMS feito pela empresa ao Governo de Goiás, foi rompida a quitação em parcelas.

Outra situação argumentada pela AGM diz respeito ao cumprimento das destinações obrigatórias no recolhimento do ICMS, ou seja, transferências obrigatórias para Fundo de Educação e Saúde, principalmente.

O fato de a CELG voltar atrás no desconto resolve um problema político muito sério. Ocorre que havia uma grande expectativa dos prefeitos goianos para o recebimento de valores relativos ao ICMS atrasado da CELG que foi quitado a partir do contrato de empréstimo com o Governo Federal, em R$1,7 bilhão na primeira parcela e R$ 1,5 bilhão na segunda, neste mês.

Não há dúvida de que a frustração de cerca de 180 prefeitos, dos mais variados partidos, gerou uma forte pressão política ao governo de Marconi Perillo. Em ano eleitoral, prefeitos não podem sofrer tamanho transtorno, principalmente os aliados políticos do governo.

 
Sexta, 30/12/2011 16h09
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Altair Tavares
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O contador da prefeitura de Turvelândia, Edson Pereira (PMDB), confirmou que o valor de 375.265,55 reais foi depositado e estornado.

O dinheiro equivale à transferência do ICMS para os municípios conforme o empréstimo de R$ 1,7 bilhão para a CELG.

O prefeito de Turvelândia, Aílton Alves (PMDB) recebeu a notícia e, lógico, não ficou satisfeito, segundo a assessoria dele.

Por volta de 9h00 da manhã desta sexta feira, o tesoureiro de Turvelândia, Valdir José de Faria, consultou o saldo da conta da prefeitura da cidade verificou que o valor foi creditado e estornado, em seguida.

Na última consulta, às 11h44, a situação era a mesma.

Um dos assessores do prefeito Aílton Alves chegou a falar de “presente de grego”.

Imediatamente, a Associação Goiana dos Municípios foi notificada do problema. Ao final da manhã desta sexta, ela emitiu uma mensagem para a prefeitura de Turvelândia com a informação de que, na segunda, seriam adotadas as medidas necessárias para “reaver os valores debitados”.

Na área financeira de Turvelândia pairou a dúvida: o depósito e o estorno teriam sido feitos por erro, problemas administrativos ou por alguma intenção política?

As respostas não apareceram.

 
Quarta, 28/12/2011 16h21
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Altair Tavares
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O deputado José de Lima (PDT) fez uma declaração muito infeliz, durante o debate na Assembleia Legislativa, sobre o projeto que mudou a tabela salarial dos professores de Goiás.

Ao contestar as críticas da oposição, o deputado afirmou que "o professor não vai ficar rico", defendendo a incorporação de gratificações dos professores estaduais.

Na Rádio 730, professores entenderam esta expressão como uma forma de deboche.

 
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