Foram poucas as equipes do futebol brasileiro que ansiaram tanto pelo recesso da Copa como o Vila Nova. Se já não bastasse o desgaste criado pela humilhante campanha nas sete primeiras rodadas da série B. O Vila teve que superar problemas de ordem financeira e disciplinar. Além disso, os dirigentes colorados levaram efetivamente a sério o termo começar de novo.
Em 32 dias o elenco colorado passou por uma verdadeira metamorfose. Foram16 jogadores descartados. E 18 contratados.
Saíram os zagueiros, Marx Ferraz, Vitor, Junior Paulista e Regis. Os laterais, Dida, Osmar e Gabriel. Os volantes, Gavião, Claudinho Baiano, Soares e Nunes. Os meias, Joãozinho, Joelson, Washinton e Vagner Líbano. Além do atacante Bruno Cazarine.
Em contrapartida chegaram os zagueiros, Pablo, Mimíca e Jean Pablo. Os laterais, Gabriel, Gabriel Moura, Henrique, Dedê e Rogério. Os volantes, Eric, Juninho, Thiago Gaúcho e Rodrigo Thiesen. Os meias, Vagner Líbano, Davi e Davi Ceará. E os atacantes Sassá, Bruno Lopes, Tiago Miracema.
As mudanças no Vila neste retorno a série B, não se resumem ao time. A comissão técnica também é nova. Apesar de Paulo Comeli ter estado à frente da equipe colorada durante todo o recesso da Copa. O treinador de fato só fará a estréia em jogos oficiais contra o Figueirense. Na próxima terça-feira, dia 13, às 19h30 estádio Orlando Scarpeli em Florianópolis.
E se o torcedor do Vila levar em consideração os resultados dos amistosos realizados durante a parada para o mundial da África. A preocupação do início do campeonato só tende a aumentar. Foram quatro jogos, empates em 1 a 1 e 0 a 0 com o Gama no Distrito Federal e em Goiânia. Outro empate em Goiânia também em 0 a 0 com o Anápolis e por fim uma derrota em Goianésia para o time da casa por 1 a 0.


Blog do Rafael Bessa




